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10 de maio de 2021

Um dos fundadores do PCC, Geleião morre de Covid-19 em São Paulo

Geleião, um dos fundadores do PCC (Primeiro Comando da Capital), morreu em decorrência de complicações da Covid-19, por volta das 6h30min desta segunda-feira (10), na capital paulista. A informação foi confirmada pela SAP (Secretaria de Administração Penitenciária).

Desde 9 de abril, José Márcio Felício, de 60 anos, ex-integrante da alta cúpula da facção criminosa, estava internado para tratamento da doença no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, na região do Carandiru, na zona norte de São Paulo.

Anteriormente, ele estava preso na Penitenciária de Iaras, no interior de São Paulo. Ele era o último fundador do PCC que ainda estava vivo. A SAP informou, em nota, que “foi registrado boletim de ocorrência e os familiares do reeducando foram comunicados do óbito”.

Em 1993, Geleião e outros sete presos fundaram o grupo no anexo da Casa de Custódia de Taubaté, no interior de São Paulo. Atualmente o PCC é a maior facção criminosa do país que atua dentro e fora dos presídios, além de operar em países vizinhos como Paraguai, Colômbia e Venezuela.
Dois livros do jornalista Carlos Amorim contam a história e trajetória da facção

Dois livros do jornalista Carlos Amorim contam a história e trajetória da facção 

Geleião, um dos fundadores do PCC (Primeiro Comando da Capital), morreu em decorrência de complicações da Covid-19, por volta das 6h30min desta segunda-feira (10), na capital paulista. A informação foi confirmada pela SAP (Secretaria de Administração Penitenciária).

 

Desde 9 de abril, José Márcio Felício, de 60 anos, ex-integrante da alta cúpula da facção criminosa, estava internado para tratamento da doença no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, na região do Carandiru, na zona norte de São Paulo.

Anteriormente, ele estava preso na Penitenciária de Iaras, no interior de São Paulo. Ele era o último fundador do PCC que ainda estava vivo. A SAP informou, em nota, que “foi registrado boletim de ocorrência e os familiares do reeducando foram comunicados do óbito”.

Em 1993, Geleião e outros sete presos fundaram o grupo no anexo da Casa de Custódia de Taubaté, no interior de São Paulo. Atualmente o PCC é a maior facção criminosa do país que atua dentro e fora dos presídios, além de operar em países vizinhos como Paraguai, Colômbia e Venezuela.


LIVROS

A história sobre a origem e trajetória das facções Primeiro Comando da Capital (PCC ) em São Paulo e Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro pode ser conhecidas em várias obras. Duas delas são de autoria do jornalista Carlos Amorim, que em 2004 criou e implantou o programa Domingo Espetacular na TV Record. Tratam-se dos livros “CV_ PCC: A Irmandade do Crime” e “Assalto ao Poder: o Crime Organizado”, ambos publicados pela Editora Record.

José Márcio Felício, de 60 anos, estava internado no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário desde 9 de abril e não resistiu

Dois livros do jornalista Carlos Amorim contam a história e trajetória da facção

Dois livros do jornalista Carlos Amorim contam a história e trajetória da facção 

Geleião, um dos fundadores do PCC (Primeiro Comando da Capital), morreu em decorrência de complicações da Covid-19, por volta das 6h30min desta segunda-feira (10), na capital paulista. A informação foi confirmada pela SAP (Secretaria de Administração Penitenciária).

Desde 9 de abril, José Márcio Felício, de 60 anos, ex-integrante da alta cúpula da facção criminosa, estava internado para tratamento da doença no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, na região do Carandiru, na zona norte de São Paulo.

Anteriormente, ele estava preso na Penitenciária de Iaras, no interior de São Paulo. Ele era o último fundador do PCC que ainda estava vivo. A SAP informou, em nota, que “foi registrado boletim de ocorrência e os familiares do reeducando foram comunicados do óbito”.

Em 1993, Geleião e outros sete presos fundaram o grupo no anexo da Casa de Custódia de Taubaté, no interior de São Paulo. Atualmente o PCC é a maior facção criminosa do país que atua dentro e fora dos presídios, além de operar em países vizinhos como Paraguai, Colômbia e Venezuela.

LIVROS

A história sobre a origem e trajetória das facções Primeiro Comando da Capital (PCC ) em São Paulo e Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro pode ser conhecidas em várias obras. Duas delas são de autoria do jornalista Carlos Amorim, que em 2004 criou e implantou o programa Domingo Espetacular na TV Record. Tratam-se dos livros “CV_ PCC: A Irmandade do Crime” e “Assalto ao Poder: o Crime Organizado”, ambos publicados pela Editora Record.

O PCC era um time de futebol antes de virar uma facção. Os oito fundadores, entre eles Geleião, cumpriam pena no Anexo da Casa de Custódia de Taubaté, em São Paulo. Por serem os únicos detentos oriundos da cidade de São Paulo, eles eram chamados de “os da Capital”. O time de futebol que formaram recebeu o nome de Comando Capital. Ao batizarem a facção em 31 de agosto de 1993, o nome da equipe foi então adaptado para Primeiro Comando da Capital.

Em 19 de julho de 2012, uma reportagem do Correio do Povo apontava a ambição do PCC em querer ter o monopólio do crime no país.

Fonte: Correio do Povo

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