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8 de dezembro de 2017

‘Foi terrível, muito tiro’, relata refém forçada a fazer escudo humano em assaltos a bancos em Arvorezinha

Os assaltos de pelo menos duas agências bancárias, na tarde de quinta-feira (7), levaram pânico a Arvorezinha, cidade de pouco mais de 10 mil habitantes a 203 quilômetros de Porto Alegre. O grupo criminoso forçou moradores a formarem um escudo humano, e um dos reféns acabou sendo morto a tiros.
Uma mulher, que teve a identidade preservada, relatou momentos de pavor.
“Foi um momento de muita tensão, nunca pensei que ia passar isso na vida. Mas foi terrível, foi muito tiro. Eles torturam, eles ficam gritando e as pessoas ficam bem abaladas.”
Segundo testemunhas, pelo menos oito assaltantes participaram do crime. Primeiro chegaram à agência do Caixa Econômica Federal (CEF), onde fizeram o escudo humano com reféns, e depois repetiram a ação em outra agência, a duas quadras do primeiro estabelecimento.
Depois dos assaltos, os bandidos fugiram em três carros e levaram alguns reféns. “Eles levaram um moço no porta-malas. Eles estavam colocando todas as pessoas que chegavam lá, que estavam no banco, os guardas, os clientes do banco. Mandavam tirar a camisa dos homens e botavam dentro do carro”, relata a refém.
O homem que estava no porta-malas do carro era o agricultor Gélson Coproski, de 33 anos, morto a tiros. O corpo dele foi localizado ao lado de um carro incendiado.
“Houve uma barreira da Brigada Militar e ali teve um confronto nesse local. E depois eles abandonaram três veículos. Dois queimaram no sentido Arvorezinha-Guaporé”, detalha o delegado Guilherme Pacífico.
Os crimonosos conseguiram fugir por um matagal. A polícia montou cercos na região e fez buscas com a ajuda de dois helicópteros. Só este ano, o Rio Grande do Sul já registrou duzentos e vinte e quatro ataques a bancos e caixas eletrônicos.

 

Fonte: G1/RS

Santo Augusto Urgente

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