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5 de fevereiro de 2020

Ex-cacique de Tenente Portela é condenado a 14

O ex-cacique e ex-vereador da cidade de Tenente Portela, no Norte do estado, Valdonês Joaquim foi condenado nesta terça-feira (4) a 14 anos e 2 meses de prisão. Eles foram denunciados por envolvimento em um assalto a duas agências bancárias em Miraguaí, no Noroeste, em 2017.

Ele e o pai, Valdir Joaquim foram considerados culpados pelos crimes de associação criminosa, seis roubos qualificados e manutenção de reféns, dano qualificado pela utilização de substância inflamável e contra o patrimônio público. A Valdonês, ainda foi imputado o crime de coação no curso do processo, pelo uso de violência contra autoridade.

Valdir Joaquim foi condenado a 13 anos e 23 dias. Os dois são os principais nomes da Reserva Indígena do Guarita.

A defesa de pai e filho disse ao G1 que considera a sentença “totalmente equivocada”. Segundo o advogado Pablo Henrique Bulgos de Andrade, as provas produzidas não foram capazes de comprovar a participação dos dois nos assaltos.

“Haverá recurso de apelação para o TJ e também vamos pedir a revogação da prisão”, diz. “É importante esclarecer que eles são acusados de fornecer suporte logístico aos assaltantes, não de participar efetivamente nas ações”, completa.

Valdonês foi preso em novembro de 2017, quando chegava na Câmara de Vereadores. Já o pai se entregou à polícia alguns dias depois. Os dois são apontados como mandantes do roubo.

Na época, Valdonês havia sido eleito vereador com o maior número de votos na cidade de Tenente Portela.

Segundo o Ministério Público, além de serem mandantes dos assaltos, eles teriam preparado outros índios para participarem do crime. Também teriam armazenado, durante um mês, armas e munições, além de fornecer local para esconder os carros, armas e dinheiro roubados na ação criminosa, diz o MP.

Na ocasião, duas agências, do Banrisul e do Sicredi foram assaltadas ao mesmo tempo. Moradores foram usados como escudo humano durante a ação e um policial militar foi rendido e amarrado ao capô de um carro, utilizado na ação.

Conforme a polícia, cinco homens encapuzados participaram do crime, sendo que duas pessoas foram feitas reféns e colocadas em um carro. Uma viatura da Brigada Militar chegou a ser incendiada.

Fonte: G1/RS

Foto: Portela Online

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